RIO DE JANEIRO, Rio de Janeiro - Apesar de exercerem um papel fundamental para preservar a vida, o que se conhece atualmente sobre os oceanos representa menos de 1% da superfície que ocupam.

A exposição 'Oceanos', que será inaugurada nesta sexta-feira, dia 2 de junho, no Museu da Vida, da Fundação Oswaldo Cruz (Fiocruz) – e será aberta à visitação a partir de sábado, com entrada grátis – faz um passeio da praia até grandes profundidades, com o objetivo de ensinar sobre a influência da luz solar nos oceanos, a biodiversidade aquática e as correntes marinhas. Num primeiro momento, o visitante é convidado a mergulhar na “praia”. Em uma espécie de aquário cenográfico, os visitantes terão algumas pistas da biodiversidade que se esconde ainda próxima à superfície.

A partir de dois equipamentos interativos, poderão buscar mais informações sobre diferentes espécies, como o peixe bodião-brasileiro, que, dependendo da quantidade de machos e fêmeas em um cardume, pode ter uma fêmea assumindo o papel de um macho, ou o peixe-leão, que, apesar de ser supervalorizado como peixe ornamental em aquários, pode ser uma espécie invasora aqui no Brasil. Em um segundo módulo, o visitante vai se deparar com novas espécies, estas adaptadas a mergulhar em profundidades muito maiores. Estão lá as baleias-bicudas-de-cuvier, que chegam a mergulhar até 3 mil metros de profundidade, mesmo tendo que voltar à superfície para respirar, ou os linguados, um peixe que, por viver no fundo do mar, tem os dois olhos virados para cima, o que aumenta seu campo de visão e permite que eles percebam melhor a distância de presas e predadores.

A exposição Oceanos conta com o apoio do Conselho Nacional de Desenvolvimento Científico e Tecnológico (CNPq). Mais informações: http://www.museudavida.fiocruz.br

Fonte: Faperj

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