SÃO PAULO, São Paulo - Lançamento reúne obras em tiragens limitadas de artistas como Cinthia Marcelle, Ivan Grilo e Débora Bolsoni, e presta homenagem ao fotógrafo Mário Cravo Neto.


Menina de branco, festa do Bonfim, Salvador, 1994, Mario Cravo Neto - obra comemorativa 20 anos do clube (Foto: divulgação)

Apoio do público ao Clube ajuda na manutenção do Museu e expansão de seu acervo.

Fomentar o colecionismo, incentivar a produção artística do Brasil e contribuir para ampliar e fortalecer o acervo de obras Museu de Arte Moderna de São Paulo. Esse é o cerne do Clube de Colecionadores do MAM, programa que ajuda, por meio do apoio de associados, no desenvolvimento da instituição. O lançamento de 2020 reúne obras inéditas de 11 artistas, são fotografias e gravuras comissionadas pelo Museu e produzidas em tiragens limitadas de 70 exemplares.

avaf, Cinthia Marcelle, Daniel Senise, Ivan Grilo e Lia Chaia são os artistas convidados por Eder Chiodetto, curador do Clube de Fotografia, para compor a nova edição. E, no ano em que o Clube completa 20 anos, o Museu presta homenagem a Mário Cravo Neto (1947-2009), um dos mais renomados fotógrafos brasileiros, com produção excepcional da obra Menina de branco, festa do Bonfim, Salvador (1994). Sob curadoria de Felipe Scovino, o Clube de Gravura reúne trabalhos de Ascânio MMM, Cadu, Débora Bolsoni, Marcelo Silveira e Vera Chaves Barcellos.

Com mais de duas décadas de existência, o programa estreita os vínculos entre público, Museu e artistas. O apoio do público reflete na manutenção e atividades do MAM São Paulo e na expansão do acervo da instituição.

A associação a cada Clube - Fotografia ou Gravura - é anual e pode ser feita por meio do site do Museu . Os sócios podem adquirir de três a cinco obras comissionadas de um único Clube e têm benefícios que vão desde catálogos das exposições e entrada gratuita no Museu, até visita aos ateliês e participação em encontros com curadores e especialistas em artes visuais.

"O Clube de Colecionadores é fruto de uma parceria profícua entre o Museu, que organiza as ações junto aos curadores, os artistas, que doam suas obras, e os associados que apoiam a produção artística e a existência do próprio museu. O projeto se faz ainda mais fundamental dado o momento que atravessamos, com suspensão das atividades físicas dos equipamentos culturais por conta da pandemia do Covid-19", diz Carla Lozardo, coordenadora do Clube de Colecionadores.

#MAMonline
O espaço físico do MAM São Paulo está fechado em função da pandemia do Covid-19, mas o museu se mantém presente no dia a dia do público por meio de uma intensa programação online. O #MAMonline traz ações artísticas, culturais e educativas que convidam a refletir, pesquisar e inspirar.

A programação diária é destinada ao público de todas as idades e traz propostas diversas. No site do Museu, é possível visitar mais de dez mostras emblemáticas exibidas nos últimos anos na instituição por meio de tour virtual, produzido pela 3D Explora, como também acessar as narrativas do Google Arts&Culture. Entre as exposições, estão Sinais/Signals, com monotipias e objetos gráficos de Mira Schendel; Ismael Nery: feminino e masculino, que apresenta nus, retratos, autorretratos e obras surrealistas criadas por Nery; e MAM 70: MAM e MAC USP, coletiva que reúne obras do período inicial do Museu, entre 1949 e 1963, até trabalhos que entraram para o acervo após essa data e integram coleções do MAM e do MAC USP.

Nas redes sociais, o Museu compartilha sua trajetória e backstage por meio das hashtags #HistóriasdoAcervo e #tbt (do inglês "throw back Thursday"), às quintas-feiras - nesta última, a estreia foi uma miniaula do curador Felipe Chaimovich sobre o impressionismo e o Brasil, parte da exposição homônima que ocorreu em 2017. Uma proposta semelhante, mas com foco em criadores, é feita por meio de #ArtistaDaSemana. Toda quarta-feira é publicado conteúdo sobre artistas cuja trajetória tenha se entrelaçado à do MAM. A interação entre o público e o Museu também acontece por meio do #MAMquiz, que traz temas e perguntas diversas sobre a instituição e sua programação no Instagram Stories.

Às terças-feiras, às 18h, o Museu promove lives em libras no Instagram sobre mediação cultural, educação, culturas e artes surdas na instituição. As conversas são comandadas por Leonardo Castilho, educador surdo do MAM, e apresentadas simultaneamente em seu perfil do Instagram (http://www.instagram.com/leocastilho) e na rede social do Museu (http://www.instagram.com/mamoficial). A live acontece em Libras, acompanhada pela voz de uma tradutora intérprete de Língua Brasileira de Sinais.

Oficinas, contação de histórias e brincadeiras ficam a cargo do MAM Educativo. Às quartas e quintas, a equipe do Educativo propõe atividades para pais e crianças participarem sem sair de casa, entre elas, ações ao vivo, no Instagram Live do museu. Às sextas, o # MAMParaOuvir compartilha com o público as playlists do perfil do museu no Spotify. A primeira, intitulada Verão Moderno Vol.1, foi produzida pelo Clube Lambada e reúne músicas brasileiras, contemporâneas e jovens clássicos.

Também sãopublicados conteúdos pela narrativa #HistóriasDoMAM, com depoimentos de pessoas que fazem parte da história da instituição. Sugestões de leituras a partir das publicações e catálogos disponíveis no site do Museu são oferecidas aos domingos por meio de postagens com a hashtag #DicaDeLeitura. Séries de conversas entre curadores e artistas acontecem na #LiveNoAteliê, que acontece aos sábados. O MAM também participa de debates ao vivo com diversos parceiros, acompanhe as redes sociais para não ficar de fora.

A programação é compilada semanalmente na newsletter #MAMonline, disponível para cadastro no site do museu, e conta ainda com prévias de conteúdo sobre as exposições que estão por vir.

Sobre o MAM São Paulo
Fundado em 1948, o Museu de Arte Moderna de São Paulo é uma sociedade civil de interesse público, sem fins lucrativos. Sua coleção conta com mais de 5 mil obras produzidas pelos mais representativos nomes da arte moderna e contemporânea, principalmente brasileira. Tanto o acervo quanto as exposições privilegiam o experimentalismo, abrindo-se para a pluralidade da produção artística mundial e a diversidade de interesses das sociedades contemporâneas.

O Museu mantém uma ampla grade de atividades que inclui cursos, seminários, palestras, performances, espetáculos musicais, sessões de vídeo e práticas artísticas. O conteúdo das exposições e das atividades é acessível a todos os públicos por meio de visitas mediadas em libras, audiodescrição das obras e videoguias em Libras. O acervo de livros, periódicos, documentos e material audiovisual é formado por 65 mil títulos. O intercâmbio com bibliotecas de museus de vários países mantém o acervo vivo.

Localizado no Parque Ibirapuera, a mais importante área verde de São Paulo, o edifício do MAM foi adaptado por Lina Bo Bardi e conta, além das salas de exposição, com ateliê, biblioteca, auditório, restaurante e uma loja onde os visitantes encontram produtos de design, livros de arte e uma linha de objetos com a marca MAM. Os espaços do Museu se integram visualmente ao Jardim de Esculturas, projetado por Roberto Burle Marx para abrigar obras da coleção. Todas as dependências são acessíveis a visitantes com necessidades especiais.

http://www.mam.org.br/MAMoficial
http://www.instagram.com/MAMoficial
http://www.twitter.com/MAMoficial
http://www.facebook.com/MAMoficial
http://www.youtube.com/MAMoficial

Fonte: divulgação por e-mail

Agenda