SÃO PAULO, São Paulo - Dia 28 de Janeiro a sala Cinematographos completa seu primeiro aniversário.

E, para celebrar esta data, a Casa Guilherme de Almeida – instituição da Secretaria da Cultura do Estado de São Paulo, gerenciada pela Poiesis -, exibe a obra Limite, (1931) de Mário Peixoto. Considerado um marco na produção audiovisual brasileira, o filme narra a história de três pessoas que, à deriva num barco começam a lembrar histórias do passado. Durante a exibição o maestro e compositor Livio Tragtenberg, executa ao vivo, pela primeira vez, a trilha sonora que criou para o clássico vanguardista.

Mais que um filme, para a crítica Limite é um poema visual em que Peixoto vale-se da estética experimental europeia dos anos 1920 e antecipa recursos que viriam a ser comum nos anos 1960, durante o Cinema Novo. Carregado de simbolismos, a obra tem forte influência do surrealismo e do cinema avant-garde. Revolucionário em conteúdo e forma, Limite é uma das grandes realizações da produção cinematográfica brasileira e ainda hoje suscita questões inerentes a condição humana.  Após a sessão, haverá bate-papo com Livio Tragtenberg, compositor, escritor, produtor musical e diretor de espetáculos multimídia.

Inaugurada em 2016, a Sala Cinematographos é um espaço intimista, com apenas 45 lugares, que resgata a proposta dos antigos Cineclube. Sucesso de público e crítica, a sala já recebeu mais de mil pessoas e realizou cerca de 50 eventos e 80 exibições. Um lugar onde o público pode ver e rever clássicos do cinema e ainda participar de bate papo com críticos, músicos e amantes da sétima arte. A sala funciona em um espaço anexo à Casa Guilherme de Almeida, R. Cardoso de Almeida, 1943, com sessões semanais e gratuitas.  

O nome "Cinematographos” faz uma referência ao título da coluna que Guilherme de Almeida (1890 - 1969) escrevia para o jornal O Estado de S. Paulo, pioneiro na crítica cinematográfica no Brasil.  .

Sobre a Casa Guilherme de Almeida
Inaugurada em 1976, a Casa Guilherme de Almeida está instalada na residência onde viveu o poeta, tradutor, jornalista e advogado paulista Guilherme de Almeida (1890-1969), um dos mentores do movimento modernista brasileiro. Seu acervo é constituído por uma significativa coleção de obras, gravuras, desenhos, esculturas, pinturas, em grande parte oferecidas ao poeta pelos principais artistas do modernismo brasileiro, como Anita Malfatti, Tarsila do Amaral, Emiliano Di Cavalcanti, Lasar Segall e Victor Brecheret.

Hoje o museu, oferece uma série de atividades gratuitas relacionadas ao universo da literatura, da música e do cinema. Sendo considerado também um dos principais centro de tradução literária do pais. São cursos, palestras, oficinas e recitais ministrados por renomados profissionais que levam ao público as diferentes atuações do poeta Guilherme de Almeida, dentro da poesia, tradução, jornalismo, crítica de cinema e heráldica. Para mais informações acesse o site do museu: http://migre.me/vFQfe

Sobre Poiesis
A instituição, que tem por objetivo o desenvolvimento sociocultural e educacional, com ênfase na preservação e difusão da língua portuguesa, desenvolve e gere programas e projetos, pesquisas e espaços culturais, museológicos e educacionais voltados para o complemento da formação de estudantes e público em geral. A POIESIS trabalha com o propósito de propiciar espaços de acesso democrático ao conhecimento, de estímulo à criação artística e intelectual e de difusão da língua e da literatura.

Serviço
ENCONTRO PERIPATÉTICO - SÃO PAULO DAVA UM FILME!
Casa Guilherme de Almeida - Centro de Estudos de Tradução Literária
Museu: R. Macapá, 187 - Perdizes
Anexo: R. Cardoso de Almeida, 1943 | CEP 01251-001 | São Paulo
Tel.: (11) 3285-6986 / (11) 3288-9447.
casaguilhermedealmeida.org.br | twitter.com/museucasaguilhermedealmeida |
facebook.com/museucasaguilhermedealmeida

Fonte: SEC SP

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