BAHIA, Salvador - A Fortaleza de Morro de São Paulo vai contar com um museu formado por peças que fizeram parte da história da fortificação tão importante para a defesa do Brasil colônia.

O acervo vai contar com canhões, balas e diversos outros achados arqueológicos. Ao chegar em Morro de São Paulo, o visitante vai se deparar com um roteiro que visa percorrer os 680 metros de muralha até o forte, com painéis expositivos contextualizando o processo de restauro e a história do local.

O núcleo inicial do Museu de Território do Complexo Fortificado da Fortaleza de Morro de São Paulo tem previsão de abertura em março de 2017. O projeto museológico está sob os cuidados de uma equipe do Instituto do Patrimônio Artístico e Cultural (IPAC), órgão da Secretaria de Cultura do Estado da Bahia, e uma equipe de consultoria museológica do Instituto de Desenvolvimento Sustentável do Baixo Sul da Bahia (IDES), que gere os recursos de R$ 9,2 milhões, via Lei Rouanet/BNDES, para renovação do forte, que está localizado na Ilha de Tinharé, no município de Cairu.

"Desde que iniciamos a gestão do IPAC, tivemos a preocupação de que seríamos responsáveis pelas políticas públicas na recuperação cultural e patrimonial da Bahia. Nessa obra específica, o apoio da prefeitura, Iphan e Ides foram fundamentais, por se tratarem de braços que ajudam na cooperação técnica e nos permite trazer a presença institucional", aponta o diretor do IPAC, João Carlos de Oliveira.

O forte fica distante 248 km ou 2h de catamarã de Salvador. O centro terá sala de reuniões, anfiteatro com 240 lugares, espaço para eventos e café-cultural. Em agosto passado (2016), equipe do IPAC já atuava percorrendo Cairu, Ituberá, Igrapiuna, Camamu e Maraú, orientando as populações locais. O forte é da União cedido ao Estado, sob responsabilidade da Secretaria de Turismo (Setur). Sebrae e secretaria do Trabalho (SETRE) são outros parceiros.

Fonte: IPAC

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