RIO DE JANEIRO, Rio de Janeiro - O diretor do Arquivo Nacional, Jaime Antunes da Silva, foi exonerado após 23 anos no cargo. Quem vai assumir é José Ricardo Marques. O que se diz é que seria para cobrir cota política.

Em carta de despedida, Jaime afirmou que voltará a atuar, com dedicação exclusiva, como professor do Departamento de História da Uerj. Ele trabalhava no Arquivo desde 1965, quando ingressou pouco após completar 18 anos.

Ele escreveu a carta hoje. Leia abaixo alguns trechos:

"Nos próximos dias deixarei de ser Diretor-Geral do Arquivo Nacional, por exoneração da Presidenta da República, Dilma Vana Rousseff, referendada pelo Ministro de Estado da Justiça, José Eduardo Cardozo.

No dia 9 de dezembro de 2015, em audiência em Brasília com o Senhor Ministro da Justiça, este informou-me pessoalmente da intenção de Governo de promover a nomeação de novo Diretor-Geral para o Arquivo Nacional, em atitude que considero como correta.

(...)

Desejo que o Dr. José Ricardo Marques, novo Diretor-Geral do Arquivo Nacional, tenha uma profícua gestão institucional. O novo Diretor-Geral terá a sua disposição todas as informações necessárias para sua integração ao universo arquivístico. Todos os documentos produzidos, textos técnicos e e-mails de minha gestão estão salvos em diretório específico e resguardados para uso futuro."

 

Fonte: Jornal O Globo - Ancelmo Gois

(Nota do editor: notícia originalmente publicada em 19/01/2016 - 25 visitas até 15:33h)

MINAS GERAIS, Belo Horizonte - A Prefeitura de Belo Horizonte, por meio da Fundação Municipal de Cultura, oferece ao público, no Centro de Referência da Moda (Rua da Bahia, 1.149, Centro), a exposição “Em Si Mesmo”, com obras do artista visual Adilson Batista. A mostra convida o público a refletir sobre o conceito de memória como desencadeamento diário, difuso e impermanente. A exposição pode ser visitada até o dia 14 de fevereiro, de terça a sexta, das 10h às 21h, e aos sábados e domingos, das 10h às 14h. A entrada é gratuita.

“Em Si Mesmo” é a primeira mostra individual de Adilson Batista. O conceito de memória que permeia a exposição remete ao universo do esquecimento e resgata, de forma despretensiosa, a memória afetiva da primeira infância, estimulando sensorialmente os visitantes por meio de imagens, objetos, texturas e cores, a lembrança da simplicidade e da singeleza dos pensamentos e sentimentos infantis gravados em nosso subconsciente.

Os trabalhos em exposição trazem linguagens híbridas entre a pintura e o espaço expositivo, objetos construído com materiais do cotidiano, além de uma proposta de instalação. A curadoria é baseada em relações imaginárias dos conceitos de memória, pintura, anotações e desenhos do caderno do artista e instaura novas experiências espaciais com suas pesquisas pictóricas. “A exposição traz não somente a memória enquanto processo de resgate do que foi, mas uma reflexão da memória enquanto uma dobra de si mesmo”, enfatizou Adilson.

Oficinas de arte

A exposição “Em Si Mesmo” também integra o projeto educativo da instituição e servirá de inspiração para duas oficinas de arte até o fim do mês. Terça e quarta, dias 19 e 20,, às 15h, o CRModa promove a oficina “Quebra-Cabeça”, atividade que propõe a pintura e o recorte em formato geométrico, recompondo e criando novas imagens por meio da troca de material entre os participantes. Já nos dias 22 e 26, também às 15h, será realizada a “Oficina de Pintura com Pigmentos Naturais”, na qual os participantes são estimulados a realizar trabalhos de arte usando terras de cores variadas, urucum e beterraba.

As inscrições para as oficinas são gratuitas e podem ser feitas pelo e-mail Este endereço de email está sendo protegido de spambots. Você precisa do JavaScript ativado para vê-lo..

 

Fonte: PBH

(Nota do editor: notícia originalmente publicada em 19/01/2016 - 20 visitas até 15:37h)

DISTRITO FEDERAL, Brasília - Responsável por analisar e dar parecer final sobre aprovação de projetos culturais que se candidatam à captação de recursos de renúncia fiscal via Lei Rouanet, a Comissão Nacional de Incentivo à Cultura (CNIC) realizará 11 reuniões ordinárias em 2016. Com a 241ª edição marcada para acontecer de 26 a 28 de janeiro, em Brasília, a agenda mensal mais uma vez vai se revezar entre a capital federal e encontros itinerantes em cidades de diferentes regiões do país.

A CNIC, órgão colegiado de assessoramento integrante da estrutura do Ministério da Cultura (MinC), é formada por representantes dos setores artísticos, culturais e empresariais, em paridade da sociedade civil e do poder público, oriundos das cinco regiões brasileiras, representando as áreas das artes cênicas, do audiovisual, da música, das artes visuais, do patrimônio cultural, de humanidades e do empresariado nacional. A escolha dos integrantes é feita a partir de indicações de entidades representativas e habilitadas por meio de edital público. A composição tem vigência de dois anos, e os 21 integrantes do grupo atual, com mandato do biênio de 2015-2016, iniciam agora o segundo ano de trabalho voluntário.

Desde 2011, as reuniões da CNIC acontecem também fora de Brasília, promovendo, em paralelo, atividades com a comunidade cultural das localidades, a exemplo do "Fórum de Incentivo à Cultura – O Produtor Cultural e a Lei Federal de Incentivo à Cultura", englobando palestras, debates e oficinas de capacitação. Nas itinerâncias, além de analisar projetos, os componentes da CNIC ainda visitam projetos incentivados, de forma a interagir e conhecer mais de perto o que está sendo avaliado e fornecer subsídios para futuras análises de projetos similares que possam ser apresentados. Até o fim de 2015, a CNIC já percorreu 23 cidades de 17 estados brasileiros, além do Distrito Federal.

Calendário CNIC 2016

Reunião/ Mês/ Dias/ Local

241ª/ Janeiro/ 26 a 28/ Brasília

242ª/ Março/ 8 a 10/ 1ª itinerância

243ª/ Abril/ 5, 6 e 7/ Brasília

244/ Maio/10 a 12/ 2ª itinerância

245/ Junho/ 7 a 9/ Brasília

246ª/ Julho/ 5 a 7/ 3ª itinerância

247ª/ Agosto/ 2 a 4/ Brasília

248ª/ Setembro/ 30 e 31/8 e 1º set/ 4ª itinerância

249ª/ Outubro/ 4 a 6/ Brasília

250ª/ Novembro/ 8 a 10/ 5ª itinerância

251ª/ Dezembro/ 6 a 8/ Brasília

 

Fonte: Secretaria de Fomento e Incentivo à Cultura - Paula Berbert

(Nota do editor: notícia originalmente publicada em 19/01/2016 - 17 visitas até 20:06h)

BAHIA, Salvador - O terreiro Hunkpame Savalu Vodun Zo Kwe, localizado no bairro do Curuzu, em Salvador, é, de acordo com a Associação Brasileira de Preservação da Cultura Afro Ameríndia (AFA), o único da nação Jêje Savalu que mantém os ritos originais da linhagem, assim como o dialeto africano Ewe-Fon preservado nas expressões e cânticos da comunidade. Na última sexta (15), o templo religioso foi o primeiro a ser tombado com base na Lei de Preservação do Patrimônio Cultural do Município de Salvador (8.550/2014). 

O evento de tombamento reuniu autoridades e povo de axé e foi realizado pela Prefeitura de Salvador com apoio da Secretaria de Cultura do Estado da Bahia (SecultBA), que foi representada pelo presidente da Fundação Pedro Calmon, Zulu Araújo. "Considero esse tombamento duplamente importante. Primeiro porque é no Curuzu, que tem uma simbologia importantíssima, pois é o bairro mais negro da cidade de Salvador. Segundo, porque é um terreiro Jêje, ou seja, é uma das matrizes africanas não muito conhecidas e, às vezes, não muito reconhecidas pelo trabalho realizado. Então, isso faz com que esse reconhecimento patrimonial ganhe uma dimensão maior do a que já tem, que é o reconhecimento da importância da religiões de matriz africana e da sua contribuição ao processo civilizatório do Brasil", disse Zulu.

Doté Hamilton, sacerdote do terreiro há mais de cinquenta anos, comemorou o tombamento. “Já viajei pelo mundo fazendo palestras e falando do que aprendi aqui nesse lugar. Hoje não tenho como esconder a emoção de ver salvaguardados os nossos 2400 metros quadrados", discursou.

Aprovado por unanimidade na Câmara Municipal, o pedido de preservação do terreiro foi feito pela AFA, que alegou que o espaço enfrenta problemas com a manutenção das instalações físicas.

 

Fonte: IPAC

(Nota do editor: notícia originalmente publicada em 18/01/2016 - 19 visitas até 20:23h)

RIO GRANDE DO SUL, Porto Alegre - A Secretaria de Estado da Cultura, por meio do Museu de Comunicação Hipólito José da Costa (Musecom), abre no dia 29 de janeiro a exposição “Última Hora: Imagens de um acervo”. A solenidade está marcada para as 19h, no Musecom (Rua dos Andradas, 959 – Centro Histórico de Porto Alegre), com a presença de jornalistas que fizeram parte da história do Última Hora em Porto Alegre.

Até o dia 1º de abril, o público poderá conhecer 90 imagens produzidas durante as duas décadas de trajetória do jornal (1951 a 1971) que resgatam diferentes momentos da história brasileira.

​​​​A exposição inaugurou no ano passado em São Paulo, passou pelo Rio de Janeiro e encerra na Capital gaúcha. O Musecom tem em seu acervo a única coleção da Última Hora editada no Rio Grande do Sul.

 

Sobre o jornal

O Última Hora foi fundado pelo jornalista Samuel Wainer, em 12 de junho de 1951. Além do Rio de Janeiro, era publicado em São Paulo, Porto Alegre, Belo Horizonte, Recife, Niterói, Curitiba, Campinas, Santos, Bauru e no ABC paulista.

Consolidou, durante toda sua existência, uma trajetória extremamente marcante sob diversos aspectos, entre os quais vale citar sua linha editorial inovadora, fundamentada no compromisso com a causa democrática e com a notícia. Sua grande inventividade estética e temática introduziu no país uma imprensa mais popular na linguagem e na forma gráfica.

Em 1989, o Arquivo Público do Estado de São Paulo adquiriu o fundo Última Hora, composto por uma coleção de periódicos, 2.140 ilustrações originais (charges, caricaturas e desenhos), 600.000 negativos fotográficos em preto e branco e 166.000 ampliações fotográficas em gelatina e prata sobre papel.

 A coleção de ampliações fotográficas da Última Hora é o alvo desse projeto, patrocinado pela Petrobras. Por meio de uma parceria entre o Arquivo Público do Estado de São Paulo e a Associação Amigos do Arquivo, o acervo está sendo totalmente reorganizado, higienizado e acondicionado. O projeto também prevê a digitalização integral de todas as ampliações fotográficas. Inicialmente, estão disponíveis para consulta cerca de 40 mil documentos digitais no site http://www.arquivoestado.sp.gov.br/site/acervo/repositorio_digital/uh_imagens_de_um_acervo

 

Serviço:

Última Hora: Imagens de um Acervo

Abertura: 29 de janeiro, às 19h

Local: Museu Hipólito José da Costa

Endereço: Rua dos Andradas, 959 – Centro Histórico de Porto Alegre

Visitação até o dia 1º de abril, terças a sábados, das 9h às 18h.

Entrada: Gratuita

 

Fonte: SEC RS

(Nota do editor: notícia originalmente publicada em 18/01/2016 - 29 visitas até 20:18h)

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