PARANÁ, Curitiba - A Biblioteca Pública do Paraná recebe, a partir dessa segunda-feira, 25 de janeiro, a exposição “Indícios: o Paraná durante a II Guerra Mundial no acervo da polícia política”. A mostra reúne 9 painéis com imagens produzidas pela polícia política, ou apreendidas por ela, como provas de crime político. Além disso, um aparelho de TV exibirá um vídeo com breves biografias de pessoas detidas pelo Departamento de Ordem Política e Social (DOPS) e trechos de documentos produzidos pela polícia. A curadoria é do professor do curso de História, Memória e Imagem da Universidade Federal do Paraná (UFPR) Rodrigo Rodriguez Tavares. A exposição segue em cartaz no Hall Térreo até 28 de fevereiro. A entrada é franca.

Tavares afirma que “Indícios: o Paraná durante a II Guerra Mundial no acervo da polícia política” tem um diferencial: “O ineditismo do conjunto de fontes em uma exposição.” Durante 6 meses, Tavares e 14 alunos do curso de História, Memória e Imagem da UFPR realizaram pesquisas e discussões sobre um período importante da História do Brasil e do Paraná, a partir da documentação apreendida e produzida pela polícia política. “Trata-se de um trabalho que vai jogar luzes sobre um período turbulento, e recente, da nossa História”, diz Tavares.

Participaram do processo de pesquisa e elaboração da montagem os seguintes alunos do do curso de História, Memória e Imagem da UFPR: Alice Fernandes Freyesleben, André Gustavo Lescovitz Cunha, Beatriz Martins de Castro, Beatriz Robaina Virmond, Bruna Goncalves de Padua Reis, Carolina Elisabeth Goncalves Borges, Eloana Santos Chaves, Fabiane Miriam Furquim, Juliana Alves, Leonardo Miner Monente, Luanna Fernanda da Cruz Bach, Mariana Maximino, Yasmin Bassetti Kofanovski e Yris Alves Rosa.

Em março de 2015, Tavares também assinou a curadoria, em parceria com Magnus Pereira, da mostra “Mundos Novos Ilustrados”, com ilustrações dos livros de viagem científica do século XVIII, que seguiu em cartaz na BPP até 4 de maio.

Serviço

Exposição “Indícios: o Paraná durante a II Guerra Mundial no acervo da polícia política”

Hall térreo da Biblioteca Pública do Paraná (R. Cândido Lopes, 133 — Curitiba / PR)

Período expositivo: 25 de janeiro a 28 de fevereiro

Curadoria: Rodrigo Rodriguez Tavares

 

Fonte: BPP 

(Nota do editor: notícia originalmente publicada em 26/01/2016 - 8 visitas até 10:08h)

BAHIA, Salvador - O Museu Tempostal (Pelourinho) promove nos dias 29/01 e 30/01, às 14h, a “Oficina de Fotografia do Tempostal”. A atividade tem por objetivo apresentar conceitos básicos de linguagem e composição fotográfica, além de técnicas que permitam que o participante possa fotografar e aplicar efeitos da forma que achar mais interessante.

A oficina será ministrada pela professora Bartolimara Daltro, Museóloga formada pela UFBA e fotógrafa, e contará com um dia de atividades teóricas, 29/01, e um dia de atividades práticas, 30/01. Para participar não é necessário possuir uma câmera profissional; pessoas com máquinas pequenas e celulares poderão participar também. A inscrição é gratuita podendo ser feita até o dia 28/01 pelo email Este endereço de email está sendo protegido de spambots. Você precisa do JavaScript ativado para vê-lo.

Serviço: Oficina de Fotografia do Tempostal

Data: 29/01 e 30/01

Horário: 14h

Endereço: Rua Gregório de Mattos, 33 - Pelourinho

Inscrição: gratuita pelo e-mail: Este endereço de email está sendo protegido de spambots. Você precisa do JavaScript ativado para vê-lo. 

 O Museu Tempostal integra a Diretoria de Museus do Instituto do Patrimônio Artístico e Cultural (DIMUS/IPAC), unidade vinculada a Secretaria de Cultura do Estado da Bahia (SecultBA).

 

Fonte: Secult BA

(Nota do editor: notícia originalmente publicada em 25/01/2016 - 9 visitas até 10:02h)

RIO DE JANEIRO, Rio de Janeiro - Recursos destinam-se a recuperação de prédio histórico em Belo Horizonte para abrigar o novo espaço cultural, criado no âmbito da Comissão da Anistia

A Diretoria do Banco Nacional do Desenvolvimento Econômico e Social (BNDES) aprovou apoio financeiro de R$ 10 milhões para a criação do Memorial da Anistia Política do Brasil, em Belo Horizonte. Os recursos destinam-se à recuperação do Coleginho, prédio histórico datado do inicio do século 20 onde funcionou o Colégio de Aplicação, ligado à Faculdade de Filosofia e Ciências Humanas da Universidade Federal de Minas Gerais (FAFICH/UFMG), e, posteriormente, o Teatro da UFMG.

O objetivo do novo espaço cultural é preservar a memória coletiva das lutas de resistência e também o histórico de violação de direitos humanos durante a ditadura militar. A iniciativa partiu do Ministério da Justiça, como desdobramento dos trabalhos da Comissão da Anistia, e está a cargo da Fundação de Desenvolvimento e Pesquisa (Fundep), vinculada à Universidade Federal de Minas Gerais. Os recursos do BNDES são não reembolsáveis, com base nos incentivos da Lei Rouanet, e correspondem a 25% do custo total do projeto, que está estimado em R$ 40 milhões, com conclusão prevista para 2018.

O prédio tem valor simbólico: foi palco de resistência política e formação de intelectuais mineiros no período do regime autoritário. No dia 1º de abril de 1964, quando o golpe militar completou 50 anos, o Conselho Deliberativo do Patrimônio Cultural do Município de Belo Horizonte tombou a sede da antiga FAFICH como forma de reparação pelas violações cometidas pelo Estado durante a ditadura. Com o reforço estrutural, além da adaptação da área de 1.120 metros quadrados para sua utilização como equipamento cultural, o Coleginho disporá de dois pavimentos: o térreo e o subsolo, no qual haverá cabines de vídeo e de áudio. 

O térreo será ocupado por exposição de longa duração. O acervo incluirá os requerimentos de reparação encaminhados à Comissão e os documentos de registros de perseguições políticas. A proposta é análoga às adotadas na Alemanha pós-nazista (como o Museu do Holocausto), na África do Sul pós-apartheid, nos Estados Unidos com a luta contra o racismo e em países da América Latina, após regimes ditatoriais. Os dossiês da Comissão de Anistia foram declarados “Patrimônio Documental Regional”pelo Programa Memória do Mundo da UNESCO.

 

Fonte: BNDES

(Nota do editor: notícia originalmente publicada em 25/01/2016 - 10 visitas até 11:35h)

SÃO PAULO, São Paulo - Já se passaram mais de sete décadas desde que a polonesa Rachela Gotthilf enfrentou o peso da intolerância e o medo da morte no Gueto de Varsóvia, área na Alemanha nazista que isolava judeus durante a Segunda Guerra Mundial (1939 - 1945).

Hoje (25), ela e outros sobreviventes da perseguição nazista da década de 1940 que vivem no Brasil foram homenageados, na capital paulista, por ocasião do Dia Internacional em Memória das Vítimas do Holocausto, celebrado no dia 27 de janeiro, data em que o campo de concentração de Auschwitz foi fechado no pós-guerra.

“Nós sentimos a obrigação moral de contar ao mundo e dizer em voz alta: eu estive lá. Eu vi com os meus próprios olhos o sangue vermelho com explosões no Gueto de Varsóvia. Eu vi levarem minhas amigas. Eu senti o cheiro das câmaras de gás”, relatou Rachela, representando os cerca de 20 sobreviventes que participaram do ato de hoje.

A cerimônia, promovida pela Federação Israelita de São Paulo, ocorreu na sede da Congregação Israelita Paulista. Na próxima quarta-feira (27), a data será novamente lembrada em Brasília.

Durante a celebração, seis velas foram acesas em memória dos mais de 6 milhões de judeus mortos no holocausto. “Sabemos que muitos outros milhões de pessoas não judias também morreram naquele período”, relembrou o rabino Ruben Sternschein.

Ele destacou que as velas são símbolo da memória que não pode ser apagada para que massacres como aquele não se repitam. “Queremos resgatar ideias, valores, que nos devolvam nossa humanidade, na fé, na vida e no mérito de sermos humanos”, disse o rabino.

Protesto contra livro de Hitler

A republicação do livro Mein Kampf (A minha luta, em tradução livre), um manifesto de Adolf Hitler, foi criticada durante a cerimônia.

“É lamentável, nesse mundo conturbado, que algumas editoras cogitem a reedição do nefasto Mein Kampf, de evidente conteúdo discriminatório, fascista, intolerante, racista. É preciso respeitar a memória e a dignidade das vítimas das atrocidades patrocinadas pela ideologia nazistas”, disse o presidente da Federação Israelita de São Paulo, Bruno Laskowsky.

A sobrevivente Rachela Gotthilf também criticou o relançamento do livro de Hitler. “Peço a vocês, cidadãos do mundo, para que interfiram com tudo o que é possível para impedir [a reedição]”, disse.

Segundo o rabino Sternschein, a obra nazista fala claramente no extermínio de judeus. “Por mais incrível que pareça, ele [Hitler] confessou, inclusive, que o objetivo da Guerra Mundial e da conquista do mundo era limpar o mundo de judeus”, destacou.

 

Fonte: Agência Brasil - Camila Maciel

(Nota do editor: notícia originalmente publicada em 25/01/2016 - 12 visitas até 10h)

MINAS GERAIS, Belo Horizonte - Espaço também irá lançar edital com planta atualizada da área expositiva e produzirá catálogos para os artistas selecionados 22 de Janeiro de 2016

No segundo semestre de 2015, o BDMG Cultural passou a fazer parte do Circuito Liberdade. É agora o décimo terceiro espaço a integrar o conjunto de equipamentos culturais que inclui a Biblioteca Pública, o Centro Cultural Banco do Brasil (CCBB), o Memorial Minas Vale, o Centro de Arte Popular Cemig, o Espaço do Conhecimento da UFMG e o Museu Mineiro, entre outros. 

Consolidando essa aproximação aos demais equipamentos, a partir de 2016, os shows dos vencedores do ‘Prêmio BDMG Instrumental’ serão realizados no CCBB. Já as apresentações do projeto ‘Dois na Quinta’ irão acontecer no teatro da Biblioteca Pública Estadual Luiz de Bessa.

Para quem acompanha a programação do ‘Dois na Quinta’, a série de shows tem previsão de início para março. Como no ano passado, serão realizados encontros inéditos com cantores e compositores mineiros, com apresentações produzidas especialmente para o projeto.

A 16ª edição do Prêmio BDMG Instrumental também dá continuidade aos shows dos vencedores da premiação, com a participação de músicos renomados. Este ano, as inscrições para compositores e instrumentistas interessados em participar do prêmio começam em fevereiro. O edital será disponibilizado em breve no site do BDMG Cultural.

“A integração com o Circuito Liberdade vai permitir maior divulgação dos eventos, além de contribuir na consolidação da região como um dos mais importantes corredores artísticos da cidade”, avalia o presidente do BDMG Cultural, João Paulo Cunha. Ele salienta ainda o fato de se criar uma programação única, que valoriza as características de cada um dos equipamentos que compõem o Circuito.

Novas instalações

Outra novidade na Casa é a reforma de sua galeria de arte. As obras começaram em outubro do ano passado e a adequação física já está concluída, com novas paredes que ampliam a área expositiva. A próxima etapa a ser realizada inclui a reforma da parte elétrica, uma nova iluminação e a instalação de equipamentos de áudio e multimídia. O novo mobiliário da galeria foi desenhado especialmente para o espaço e terá diferentes funções, dependendo do tipo da mostra.

No mês de março também está previsto o lançamento do edital Mostras BDMG para 2016. O regulamento vai disponibilizar uma planta atualizada da galeria, incluindo todos os equipamentos que poderão ser utilizados nas propostas que serão avaliadas pela comissão de seleção. A produção de catálogos para as exposições dos artistas selecionados é outro diferencial do edital deste ano.

 

Fonte: SEC MG

(Nota do editor: notícia originalmente publicada em 25/01/2016 - 7 visitas até 11:38h)

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