DISTRITO FEDERAL, Brasília - Um grande colaborador na preservação e valorização do Patrimônio Cultural Brasileiro faleceu nesta quarta-feira, dia 27 de maio.


Foto: divulgação/Iphan

Ítalo Campofiorito, arquiteto e crítico de arte, lutava contra um câncer e morreu em sua casa, no Rio de Janeiro, aos 87 anos. Nascido em Paris, França, no ano de 1933, sua vida profissional no Brasil foi pautada pela dedicação ao Patrimônio Cultural.

Formado em 1956 pela Faculdade Nacional de Arquitetura do Brasil, no Rio de Janeiro, trabalhou no escritório do arquiteto Oscar Niemeyer entre 1958 e 1961, época da construção de Brasília. Também colaborou, por muitos anos, com o Instituto do Patrimônio Histórico e Artístico Nacional (Iphan).

Entre 1989 e 1990, foi o último gestor a acumular os cargos de secretário da Secretaria do Patrimônio Histórico e Artístico Nacional (SPHAN) e de presidente da Fundação Nacional pró-Memória, posteriormente unificados para formar o Instituto Brasileiro do Patrimônio Cultural (IBPC), atual Iphan.

Ainda em 1990, foi o responsável pelo inovador parecer sobre o tombamento do Conjunto Urbanístico de Brasília. Foi membro do Conselho Consultivo do Patrimônio Cultural entre 1996 e 2017, participando de importantes tombamentos e registros de bens hoje protegidos como Patrimônio Cultural Brasileiro.

Professor titular aposentado da Universidade de Brasília, entre suas diversas atuações na defesa do Patrimônio Cultural, foi ainda chefe do Serviço Metropolitano Urbanístico de Brasília, entre 1961 e 1963; diretor do Instituto Estadual de Patrimônio Cultural (INEPAC), do Rio de Janeiro, entre 1979 e 1980; e secretário de Cultura de Niterói (RJ) entre 1996 e 2004, período da criação do Museu de Arte Contemporânea (MAC).

Fonte: Iphan

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