BAHIA, Salvador - Mais de 300 cartões postais da cidade do Salvador antiga estão disponíveis ao público desde quinta-feira (10), até o dia 02 janeiro de 2017, das 19h30 às 21h30, no Museu Carlos Costa Pinto.

Trata-se da mostra: "A Cidade Mágica - Postais de Salvador", que reúne cartões postais da cidade desde os primórdios do século XX até a década de 1970. Com a Curadoria de Javier Angonoa, a mostra é uma parte do rico acervo da Família Pereira Sampaio, que contém mais de 2.000 peças originais de cartões postais da cidade do Salvador.

A escolha das peças para a exposição inédita se privilegiou do resgate das transformações urbanísticas, que marcaram a capital com a mudança do interesse dos viajantes, desde o Centro Antigo e a Cidade Baixa, no início do século XX, passando pela Orla Marítima e as praias, a partir da década de 1960, além de retratos de pessoas que mostram o interesse do visitante e do olhar dos fotógrafos da época pela cultura e os diferentes biótipos que fizeram Salvador ser eternizada como a Cidade Mágica.

Fotografias de diversos artistas reconhecidos internacionalmente, como os fotógrafos, Rodolfo Lindemann, J. Mello e Pierre Verger, no principio do Século XX, mostraram as belezas da Bahia e imortalizaram a cidade em postais.

A exposição convida a um passeio no tempo e no espaço, para visitar o desenvolvimento de bairros e “trilhas” tradicionais, como do Corredor da Vitoria, Graça e Campo Grande; a Cidade Alta, Av. Sete de Setembro, São Bento e Praça Municipal; a Cidade Baixa, desde o Comércio até Itapagipe e outros bairros da cidade. Os postais são registros saudosos de casarões, mansões, praças e monumentais prédios públicos que hoje não existem mais e, também, da evolução dos meios de transporte utilizados pela população, a exemplo do Elevador Lacerda e do Bondinho e dos carros de cada época.

Além de retratar a paisagem urbanística, os postais registram o cotidiano de Salvador, a forma de fazer, de vestir, os trejeitos das baianas de acarajé, dos pescadores do Rio Vermelho, dos vendedores de coco da Barra, dos comerciantes da Cidade Baixa, dos estivadores da rampa do Mercado etc., dando uma dimensão da pluralidade cultural e étnica, característica da cidade.

Fundo de Cultura do Estado da Bahia (FCBA)
Criado em 2005 para incentivar e estimular as produções artístico-culturais baianas, o Fundo de Cultura é gerido pelas Secretarias da Cultura e da Fazenda. O mecanismo custeia, total ou parcialmente, projetos estritamente culturais de iniciativa de pessoas físicas ou jurídicas de direito público ou privado. Os projetos financiados pelo Fundo de Cultura são, preferencialmente, aqueles que apesar da importância do seu significado, sejam de baixo apelo mercadológico, o que dificulta a obtenção de patrocínio junto à iniciativa privada. O FCBA está estruturado em 4 (quatro) linhas de apoio, modelo de referência para outros estados da federação: Ações Continuadas de Instituições Culturais sem fins lucrativos; Eventos Culturais Calendarizados; Mobilidade Artística e Cultural e Editais Setoriais. Para mais informações, acesse: www.cultura.ba.gov.br

Fonte: Secult BA

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