edição brasileira, 

ISSN 1981-6332

Revista MUSEU - cultura levada a sério O portal definitivo que mostra os bastidores
dos museus, a criatividade dos profissionais
da área e seus projetos inovadores,
divulgando a cultura no Brasil e no mundo.
   cultura levada a sério  
Busca no site
Em Foco
Artigos
Notícias
O Escriba
Glossário
Galeria
Na Estrada
Vitrine
Canal RM
Publicações
Loja RM
RM Imports
Projetos
Agenda
Endereços
Legislação
Links
Em Contato
Cadastre-se
Nossa Equipe
Parcerias
Patrocínio
Publicidade
Brindes
Expediente

O seu apoio é muito importante para nós !
Clique aqui e faça do Revista Museu sua Home Page Inicial !!
   
  . . . < E m . F o c o > .
. < R e p o r t a g e m > .
 
 
A Minas Setecentista revisitada no Museu de Arte Sacra de Mariana

 
 

Mariana, que completou 397 anos de fundação este ano, será em breve uma das cidades candidatas ao título da Unesco de Patrimônio da Humanidade, e, para isso, vem passando por um processo de revitalização de seu sítio histórico, que envolve um investimento de cerca de R$9 milhões.

O MUSEU ARQUIDIOCESANO DE ARTE SACRA DE MARIANA

     Nessa cidade mineira do século XVII, marco do Brasil Colônia, local por onde passaram personalidades ilustres da história brasileira, encontra-se o Museu Arquidiocesano de Arte Sacra de Mariana, com seu rico acervo, em sua maioria de cunho religioso, que revela a importância e a riqueza existente na região das Minas Setecentistas.

     O museu de arte sacra foi fundado em 22 de setembro de 1962 pelo Arcebispo Dom Oscar de Oliveira e o acervo existente na instituição foi trazido de paróquias, igrejas, capelas, seminários, do Palácio Episcopal, da Arquidiocese de Mariana, e outros adquiridos através de doações e legados.

     O acervo, composto por cerca de 2.000 peças, encontra-se separado por categorias, entre elas: escultura religiosa, pintura religiosa e civil, paramentos litúrgicos, objetos de culto religioso (usados até hoje em cerimônias religiosas), além de louças, porcelanas, cristais, entre outros tipos.


Fachada do Museu de Arte Sacra da Arquidiocese de Mariana (MG)

Em visita ao museu, Janine Ojeda entrevistou Maria da Conceição Fernandes Brito, museóloga que há 14 anos veio do Rio de Janeiro especialmente para trabalhar na instituição, e que nos revela agora detalhes importantes do acervo e do cotidiano do museu mais visitado da histórica cidade mineira.

RM: Como se deu a concepção do museu em termos arquitetônicos?

MC: Bem, o espaço da casa onde hoje funciona o museu de arte sacra foi erguido de 1770 até o início do séc. XIX, constituído de 2 andares com o antigo Palácio Verde (casa de residência episcopal), que não foi construído especificamente para abrigar um museu. A sede corresponde a um prédio adaptado, que antes abrigava a antiga Casa Capitular, onde todos os cônegos, sobretudo os da Catedral da Sé de Mariana, se congregavam para as reuniões episcopais no século XVIII. Em seguida, o prédio funcionou como Arquivo Eclesiástico e pela Biblioteca da Cúria Metropolitana, sendo agregado para funcionar como museu apenas em 1962.

RM: Qual a proporção de área ocupada no prédio?

MC: O prédio tem 550 m2 de área construída, sendo que de ocupação são 500m2, distribuídos em 9 salas. No primeiro andar, o museu encontra-se dividido em 2 salas e, na parte superior, em 7 salas, todas separadas por categorias de acervo. De 2002, foi agregada em um anexo: nova portaria (com escaninhos), sala de reuniões para o museu, além de cantina e banheiros para os visitantes e, em breve, estará pronta a lojinha do museu.

RM: O museu tem uma programação específica de exposições temporárias?

MC: Este novo espaço físico, anexo ao museu, permitiu a realização de exposições temporárias de artistas, como foi o caso, no mês do aniversário da cidade (em julho) a realização da mostra do escultor Hélio Petrus, originário de Mariana. A partir de agora, a cada mês um artista poderá expor parte de seu acervo no museu, mas serão artistas de Mariana que realizem sua produção encima do tema religioso.

RM: O Museu tem a mesma museografia desde sua criação na década de 60?

MC: A exposição permanente apresenta uma museografia que data da fundação do museu, na década de 60. De 1980 até 1997, a exposição teve algum acréscimo de vitrines e materiais. Entre 1997 e 1998, praticamente pelo período de 1 ano, o museu teve dois projetos importantes, um deles aprovado pela Fundação Vitae e outro da Cia. Vale do Rio Doce, referentes à rede elétrica e hidráulica e à reestruturação da exposição.


Trono episcopal, proveniente do
Maranhão, que veio junto com
o 1º Bispo de Mariana, em 1748.


Forro da Igreja de São José,
em Ouro Preto (MG).
Óleo sobre madeira, séc. XVIII

RM: Qual a média e o perfil de visitantes no museu?

MC: O museu recebe uma média anual de 15 a 18 mil alunos. Alguns meses são de mais pico, como é o caso do mês de julho ou de meses de feriados, envolvendo festas como o Carnaval, Semana Santa, Corpus Christi e férias em geral. Mesmo com a queda em meses menos movimentados, a visitação se mantém intensa com o turismo interno realizado pelos moradores da cidade em função do projeto educativo "Museu-Escola", que é realizado durante todo o ano. Já o perfil do visitante, só vem sendo montado encima do tipo de turistas que o museu recebe, sejam eles nacionais ou estrangeiros (nesses últimos 5 anos, o fluxo de europeus tem sido maior) ou pessoas da comunidade, que moram em Mariana ou em seus distritos e, inclusive, não pagam ingresso durante o ano inteiro.

RM: Como vem sendo desenvolvido esse projeto educativo?

MC: Na realidade, o projeto "Museu-Escola" é dividido em 2 partes. Inicialmente, a museóloga vai às escolas para esclarecer aos alunos algumas noções básicas, do tipo: o que é o museu, o que é a museologia, o trabalho do museólogo, a definição de "bem cultural", destacando os patrimônios existentes não só em Mariana como também o acervo existente dentro do museu, etc. Depois, os alunos são convidados para fazer uma visita técnica ao museu, e, ao final, eles respondem a questionários e fazem trabalhos, completando, assim, a parceria feita com o museu.

RM: Existe algum tipo de parceria do museu com a Universidade Federal de Ouro Preto?

MC: Sim. Além da realização de visitas técnicas e orientadas feitas para os alunos universitários através do projeto educativo, o museu também realiza algumas parcerias. Recentemente, o museu acaba de fechar uma parceria com o Instituto de Ciências Humanas e Sociais (ICHS) da UFOP, na área de História e Letras, e nós vamos vincular as comemorações dos 25 anos de fundação do campus universitário, onde estão os prédios que pertencem à Arquidiocese de Mariana, ao museu. Na realidade, a parceria envolve peças da pinacoteca do museu, aquarelas e pinturas, que retratam esses prédios do campus, que vão ser cedidos para a realização da exposição comemorativa e também para constar do material promocional, como cartazes, folders, cartilhas para os estudantes e cartões-postais.

RM: Como o museu funcionava até a sua chegada há 14 anos atrás?

MC: No ano seguinte da minha formatura na Faculdade de Museologia na UniRio (turma de 1988,) eu vim ocupar o cargo de museóloga em Mariana, exatamente em julho de 1989. Neste período, o museu não tinha inventário em função de um sistema ainda deficitário, sem a presença de um técnico na área museológica. Para se ter uma idéia, eu encontrei muitas identificações erradas, como, por exemplo, um urinol com uma concha em seu interior, que havia sido identificada como "sopeira". O padre, que era diretor do museu na época, fez um grande esforço não só para contratar profissionais como também para manter a própria infra-estrutura da instituição.

 

A museóloga Maria Conceição ao lado de escultura de Aleijadinho

RM: De que forma foi desenvolvida a catalogação do acervo?

MC: No período de 1989 a 1990, o acervo foi inventariado pelas categorias técnicas, sendo criadas: fichas de catalogação, fichas de deslocamento de obras, fichas de localização, o livro de tombo, o registro das peças, além da marcação de todo o acervo. Em 2002, foi feito um projeto envolvendo a Fundação Vitae (SP), o Centro de Conservação e Restauro (CECOR), a Universidade Federal de Minas Gerais e o Iphan, para que parte do acervo do museu seja inventariado pelo governo federal. Ao todo já foram catalogadas 500 obras, sendo feitas 4 fotografias coloridas para cada objeto, especificamente nas categorias de pintura religiosa, escultura e mobiliário religiosos. Nós estamos aguardando a aprovação da 2ª etapa do projeto para seguir com a parte de prataria, ourivesaria, porcelana e cristais. A informatização ficará para uma 3ª fase, já que o acervo será todo incluído em um banco de dados, mas não apenas com peças do museu como também objetos provenientes de paróquias e capelas que se encontram em reserva técnica ou em exposição.

RM: Que critérios são usados para a realização do empréstimo de acervo do museu?

MC: Com relação aos empréstimos, nós analisamos, a princípio, os pedidos relacionados à temática de módulos que envolvam o estilo barroco, seja ele brasileiro ou mineiro, onde seja agregado o Museu de Arte Sacra. Neste sentido, nós já participamos da exposição temporária "Entre o céu e a terra", realizada no Petit Palais, na França; outras peças estiveram na exposição do Redescobrimento do Brasil, em São Paulo; assim como em outra mostra no Museu de Arte de São Paulo seguiu parte da pinacoteca histórica. Há pouco tempo, algumas peças seguiram para a Bienal de Veneza e, por último, alguns objetos participaram de uma exposição em Oxford, na Inglaterra. Entretanto, as peças só ficam fora do museu pelo período máximo de 5 meses, e são sempre acompanhadas pela "courrier" (neste caso, a museóloga) para garantir a integridade do objeto, tanto na ida quanto no retorno da peça para o museu. Em geral, o início do processo de empréstimo, dada à burocracia envolvida, acontece 6 meses antes do evento.


Santa Bárbara, em papier marchê
(acervo sob guarda provisória no museu)


São João Nepomuceno,
de Aleijadinho, séc. XVIII

RM: Como é feita a conservação do acervo e do museu de arte sacra?

MC: No caso do museu, os funcionários foram treinados para limpar as vitrines, as salas, alguns objetos em metal sob minha orientação, além de estarmos sempre observando os espaços e o acervo. Durante toda a semana o museu passa por uma manutenção de limpeza. Quanto ao acervo (geralmente deteriorado) que vem das igrejas e paróquias, antes de ser manuseado e colocado em Reserva Técnica, ele passa por uma conservação preventiva num espaço especialmente destinado para este fim. Aqui, como a prioridade é a conservação e restauração do acervo, muitas vezes, nós não temos verba para computadores e outros equipamentos. A exemplo disso, o último projeto executado no museu, entre 2000 e 2002, foi justamente o de restauração de 24 obras, entre pinturas e esculturas religiosas, realizado em parceria com a Fundação Vitae e o Cecor, e que envolveu um custo de R$100.000,00.

RM: Diante do interesse do mercado em arte sacra, como o museu resolve a questão da segurança?

MC: Quando eu cheguei no museu, em 1989, havia uma lista de peças existentes e uma lista de referência de objetos furtados, mas, ao longo de 15 anos, já conseguimos recuperar cerca de 10% do que constava dessa última lista. Agora, com o trabalho que vem sendo feito em parceria entre a polícia civil, militar, a Arquidiciocese e o próprio Iphan, nós estamos tentando recuperar principalmente as peças furtadas de 2002 em diante. Um dado interessante é que a própria comunidade se preocupa em monitorar o acervo existente em Mariana.

RM: Como foi recuperada a Igreja de N.Sª do Carmo após o incêndio de 1999?

MC: Esse incêndio aconteceu no dia 20 de janeiro de 1999, quando parte da igreja de N.Sª do Carmo foi incendiada da porta principal até o arco do cruzeiro, ficando resguardadas apenas a capela-mor, a capela do Santíssimo e a sacristia lateral. Na época do incêndio, foi feita uma grande campanha e nós fomos à igreja e recuperamos todas as peças passíveis de restauro, trazendo-as para o museu. As peças passaram por um registro temporário, ficando no museu por quase 2 anos. Agora, com o projeto de revitalização da igreja foi montado um ateliê de restauração dentro do templo e boa parte desse acervo já foi restaurado. Nessa fase, as peças saíram da guarda provisória do museu, passaram pelo processo de restauro e já ficaram na própria igreja. Na época do incêndio, a razão dada foi que ao imunizar a igreja, alguém teria passado o produto perto de uma lamparina, mas depois foi questionado se o incêndio não poderia ter sido causado por um curto-circuito.


Pintura representando N. Sª com
Menino Jesus, cópia de Bartolomeu
Estevan Murillo (Museu do Prado, Madri)


Credência.
Madeira entalhada e dourada.
Século XVIII

RM: O que mudou com relação à segurança do patrimônio histórico em Mariana após o incêndio?

MC: Agora é que se criou uma certa conscientização com relação ao patrimônio dentro da própria cidade, já que a partir do incêndio, a Promotoria de Justiça e o Corpo de Bombeiro passaram a fiscalizar os bens culturais anualmente, incluindo as casas particulares que se localizam no núcleo histórico de Mariana, levando em conta aspectos como condições da rede elétrica, os extintores, os sistemas de alarme, etc. No início ou no fim do ano, a brigada de incêndio faz um laudo dos imóveis, esse laudo é encaminhado à Promotoria e caso haja alguma necessidade de intervenção a Promotoria entra em contato imediato com o poder público ou proprietário do imóvel para resolução do problema.

RM: Que projetos culturais do museu aguardam patrocínio para 2004 ?

MC: Desde 2002, nós já enviamos tanto para a Fundação Vitae e quanto para o Ministério da Cultura, este último através da Lei do Mecenato, um projeto de implantação de um ateliê permanente de restauração de bens culturais do museu e da Arquidiocese, que vai funcionar com um restaurador e dois auxiliares, dentro do prédio do museu, para atender principalmente às peças do museu e às paróquias da Arquidiocese, mas também vai realizar trabalhos externos para colecionadores particulares que queiram restaurar seus objetos de arte, após aprovação de um orçamento. Além desse projeto, também em 2002, foi feito outro projeto intitulado "Triângulo Museal", englobando três grandes instituições: o Museu de Artes Sacra de Mariana, o Museu da Inconfidência e o Museu Mariano Procópio. Esse projeto foi o resultado de um curso de 3 meses realizado pelas museólogas de cada museu, envolvendo a principalmente a questão da restauração de bens culturais e alguns desdobramentos a partir do restauro. Esse projeto foi apresentado no Teatro Municipal de Ouro Preto (MG), juntamente com o outro projeto da turma, ao Instituto Ítalo Latino-Americano e ao Instituto Estadual do Patrimônio Histórico e Artístico de Minas Gerais (Iepha), para que o Instituto Italiano avaliasse os resultados do curso e viabilizasse o financiamento de um dos projetos. Estamos aguardando um posicionamento do IILA para a atualização do orçamento, que, na época, ficou com um custo de cerca de R$400 mil reais.

Circuito Expositivo do Museu

Primeiro Pavimento

< Hall de entrada >

< Sala da Prataria >

 


Fonte Samaritana, atribuída
a Aleijadinho, que fazia parte
do percurso do Seminário São José

 

Retábulo com a primeira N. Sª da
Conceição que chegou para ser
cultuada na região, séc. XVIII

< Sala da Ourivesaria >


Banqueta pontifical, do séc. XVIII,
em prata portuguesa, doada por
D. João V à Arquidiocese de Mariana.

Segundo Pavimento

< Sala de Invocações de N.Sª >


Pinturas restauradas pelo Cecor, em 2002

< Sala da Escultura Religiosa >


composição ao fundo da sala de imaginária


vitrine ao centro da sala


vitrine à direita da sala

< Sala da Indumentária Religiosa >

< Pinacoteca Religiosa >


Capa de N. Sª das Dores
doada por D. Pedro II (Séc. XIX)
 


Vista de parte da Pinacoteca,
onde se tem ao centro o
Forro da Igreja de São José,
em Ouro Preto (MG)

< Galeria do Mestre Aleijadinho >


Vitrine com esculturas
do Mestre Aleijadinho.


Par de busto-relicário, de
autoria de Aleijadinho, séc. XVIII.

< Sala do Altar >

< Sala dos Bispos >

 

---------------------------

Museu Arquidiocesano de Arte Sacra
Rua Frei Durão, 49 - Mariana
Minas Gerais - Brasil - CEP 35420-000
Tel: (31) 3557-2516
Horário de Funcionamento: terça-feira a domingo, das 8h30m às 12h e das 13h30m às 17h.
Ingresso: R$3,00

--------------------------

- Postado em 1 de dezembro de 2003 \ 11:0 por Editoria RM

Copyright 2003. Revista Museu. Todos os direitos reservados.

>> Clique aqui para fazer um comentário.


Diga de 0 a 5 o que você achou da matéria.
012345




Edições Anteriores

31/3/2014 - Galeria de Arte Digital do Sesi-SP apresenta a 2ª edição da `PLAY!`
31/3/2014 - Expo `Acervo MAM – Obras restauradas` em cartaz até 13 de abril
25/10/2013 - Decreto 8.124, de 17 de Outubro de 2013 - Estatuto de Museus e IBRAM
9/9/2013 - O retrato do abandono - a Praça da Sé de Salvador, BA
21/8/2013 - `GENESIS`, com 245 fotos de Sebastião Salgado, chega SESC de Belenzinho
21/8/2013 - Paço Imperial recebe a maior mostra dedicada a Beatriz Milhazes
8/8/2013 - O Museu conquista novas mentes e espaços no país
22/7/2013 - `A Arte a Serviço da Fé`, MHN/RJ
14/5/2013 - Presidente do ICOM/BR fala sobre a 23ª Conferência Mundial
11/4/2013 - Casa Daros - um espaço de encontro para arte, educação e comunicação
2/4/2013 - Museu do Café de Santos completa 15 anos de atividades
18/3/2013 - `Polaridades`, Coleções MAM / RJ
13/3/2013 - Mostra `Um Olhar sobre o Brasil`, CCBB RJ
9/1/2013 - Museu Histórico Nacional inaugura a exposição `Coleções entre Coleções`
3/1/2013 - Bispo do Rosário ganha reedição de livro em homenagem ao seu centenário
27/11/2012 - Museu vai à Feira
27/7/2012 - Livro “O Rio que o Rio não vê” revela segredos da arquitetura do centro histórico carioca
27/7/2012 - Adriana Barreto – Agora Sim
13/12/2011 - `ROMA - Tesouros do Grande Império`, MG e SP
15/8/2011 - `Histórias preciosas da Magna Grécia ao Terceiro Milênio`, MHN, RJ
8/8/2011 - Uma viagem aos Museus da China
30/4/2011 - Krajcberg comemora 90 anos com exposição em Salvador
20/1/2011 - Projeto inaugura benfeitorias no Memorial dos Povos Indígenas, Brasilia/DF
20/1/2011 - `Abracaldabra`, de Yara Mattos, discute relação museu-educação
22/11/2010 - Restauração e Modernização do MHN, RJ
25/10/2010 - Exposição `Islã` no CCBB Rio de Janeiro
19/4/2010 - Guia online Museion Techné comemora 01 ano de sucesso
15/4/2010 - Museu Eugênio Teixeira Leal celebra seus 25 anos
14/1/2010 - MNBA comemora 73 anos com programação especial
30/7/2009 - Rio de Janeiro comemora Centenário do Theatro Municipal
13/7/2009 - MHN traz Guerra Civil Espanhola em `Pierre Verger - Andalucía` e `Cartazes da Guerra`
21/5/2009 - Guia Museion Techné é lançado no Dia Internacional de Museus
15/5/2009 - O País comemora a 7ª Semana Nacional dos Museus
12/1/2009 - Documentos Preciosos com Selos Pendentes -
3/11/2008 - Bijagós, mestres da escultura
26/9/2008 - Entrevista com Enrique Iglesias - `Sociedade da informação exige do cidadão a capacidade de ler`
30/8/2008 - 1968 e a Morte dos Museus
1/5/2008 - Cadastramento 2008 Revista Museu
1/5/2008 - O País comemora a 6ª Semana Nacional dos Museus
4/4/2008 - Exposição “Um Novo Mundo, Um Novo Império: A Corte Portuguesa no Brasil”
19/10/2007 - Exposição `Lusa - a matriz portuguesa`, CCBB/RJ
1/10/2007 - Luiz Guides - dezessete anos produzindo arte
30/9/2007 - Lançamento da Primavera dos Museus
17/8/2007 - Grupo Santander comemora 150 anos com arte de Vera Barcellos
17/8/2007 - IPHAN organiza a `Primavera dos Museus` em 2007
1/8/2007 - Edital do BNB destina R$ 3 milhões à cultura em 2008
18/7/2007 - Exposição `Atlas Américas` explora panorama continental no Rio
1/5/2007 - O País comemora a 5ª Semana Nacional dos Museus
1/5/2007 - Arqueologia na Igreja da Santa Casa de Misericórdia da Paraíba
1/5/2007 - Livro apresenta as origens do Museu Paraense Emílio Goeldi
17/1/2007 - MNBA apresenta a exposição `O Olhar Modernista de JK`
17/1/2007 - Iphan comemora 70 anos de atuação no Brasil
14/12/2006 - Lançada obra mais completa sobre Margaret Mee
14/12/2006 - Petrobras lança seleção pública de projetos culturais para 2007
26/11/2006 - O Rio de Janeiro na Rota dos Mares do Sul
26/11/2006 - Brasil recebe pela 1ª vez exposição de Arte Românica
9/11/2006 - Ministério da Cultura lança o Programa CulturaPrev
9/11/2006 - Aleijadinho e seu Tempo - Fé, engenho e arte
20/9/2006 - A beleza do Rococó aflora na Igreja do Bom Jesus de Matozinhos, MG
20/9/2006 - Portaria Normativa nº1, 05/07/2006 - Plano Museológico dos Museus do IPHAN
6/8/2006 - Anish Kapoor apresenta `Ascension` nos CCBB Rio, Brasília e São Paulo
6/8/2006 - Vera Tostes fala sobre as obras de restauração do MHN, RJ
5/7/2006 - Programa Petrobras Cultural 2006 divulga projetos aprovados
4/7/2006 - José Nascimento Jr. fala sobre Projeto de Governo e realizações já alcançadas
18/5/2006 - Museu Histórico Nacional inaugura Projeto de Modernização
6/5/2006 - Lula garante a Salvaguarda do Patrimônio Cultural Imaterial
5/5/2006 - Ao Mestre, com carinho
10/4/2006 - O Banquete dos Museus Está Servido
12/3/2006 - Arte Sacra da Diocese de Beja é exposta no Paço Episcopal de Faro
12/3/2006 - Museu Júlio de Castilhos - um século contando a história gaúcha
15/12/2005 - “O que digo que nessas danças/Satã tem parte ligada”: os calundus das Gerais.
15/12/2005 - Museologia em Debate - A criação do IBRAM
24/11/2005 - IPHAN divulga projetos aprovados no 2º Edital Modernização de Museus
21/11/2005 - Museologia em Debate 1 - Instituto Brasileiro de Museus/IBRAM
9/11/2005 - Ex-votos da sala de milagres do Santuário de Bom Jesus da Lapa na Bahia
25/8/2005 - Lula assina Decreto instituindo o Sistema Federal de Cultura
10/8/2005 - Uma Política Cultural para os Museus Argentinos
10/8/2005 - Concurso Público IPHAN - Sobre Edital 2/2005 e nossas Dicas de Estudos
24/6/2005 - Edital nº 1, IPHAN, 22 de junho de 2005 - Concurso para Vagas de Curso Superior
24/6/2005 - Anexo I - Quadro de Vagas
24/6/2005 - Anexos II , III e IV - Agências de Correios / Cidades de Prova / Exames Médicos
7/6/2005 - Portaria Nº 132, 19/maio/2005 - Procedimentos para saída de obras de arte
1/4/2005 - José Nascimento Jr. analisa 2 anos de atividades no MinC
1/4/2005 - MinC faz balanço da ação da Política de Museus 2003-2004
3/3/2005 - A Preservação Cultural em Ribeirão Preto, SP
10/1/2005 - Andre Angulo - turismo rural no Vale do Paraíba - parte 01
10/1/2005 - Andre Angulo - turismo rural no Vale do Paraíba - parte 02
10/1/2005 - Andre Angulo - turismo rural no Vale do Paraíba - parte 03
10/1/2005 - BNDES investe R$5 milhões em projetos de preservação de acervos em 2005
8/11/2004 - Decreto Nº 5.264, Sistema Brasileiro de Museus
1/9/2004 - Expo `Arte Popular - Arte de Ponta`, BNDES
24/8/2004 - Heloísa Costa - 1. Um Caso de Excelência na Bahia
24/8/2004 - Heloísa Costa - 2. Restauro de Bens, Resgate Social e Reconhecimento Internacional
24/8/2004 - Heloísa Costa - 3. O Trabalho na UNESCO e o Intercâmbio de Profissionais
24/8/2004 - Heloísa Costa - 4. As Ações Iniciais no IPAC e a Criação da Lei Estadual 8.899
22/8/2004 - Petrobras faz pré-lançamento do Catálogo Raisonné de Portinari
11/8/2004 - `Rio Ateliês` mostra processo criativo de jovens artistas contemporâneos
11/8/2004 - `Rio Ateliês` - Apresentação, por Piedade Grimberg
3/8/2004 - Portaria nº 299 - IPHAN, 06 de julho de 2004
3/8/2004 - Portaria nº 299 - ANEXO I
3/8/2004 - Portaria nº 299 - ANEXO II
3/8/2004 - Portaria nº 299 - ANEXO III
2/8/2004 - A fragilidade oculta da conservação no Palácio do Catete
2/8/2004 - Editorial - A Ação dos Profissionais e sua Conscientização
2/8/2004 - Leia também - O ICOM-CC e o Conservador-Restaurador
28/7/2004 - A Ciência da Informação e os Museus de Ciência
2/7/2004 - CCPF - O resgate da memória através da fotografia
15/6/2004 - Editorial - O Mês dos Museus no Brasil e no Mundo
15/6/2004 - Sistema Brasileiro de Museus - Minuta do Decreto
15/6/2004 - Sistema Brasileiro de Museus - Exposição de Motivos
12/6/2004 - Polícia Federal e Interpol juntas contra o tráfico ilícito de obras de arte
5/6/2004 - Decreto amplia Floresta da Tijuca no Dia do Meio Ambiente
18/5/2004 - Carlos Martins - aspectos da Museografia no Brasil
12/5/2004 - S.O.S. Patrimônio - listagem do acervo furtado do Museu Nacional, RJ
14/4/2004 - Portaria nº 122 - IPHAN, 02 de Abril de 2004
14/4/2004 - Portaria nº 122 - I - Das Disposições Preliminares
14/4/2004 - Portaria nº 122 - II - Metodologia
14/4/2004 - Portaria nº 122 - III - Dos Critérios de Intervenção
14/4/2004 - Portaria nº 122 - IV - Das Edificações Excepcionais
14/4/2004 - Portaria nº 122 - ANEXO I - Definições de Taxa de Ocupação, Coeficiente de Aproveitamento e Tabela de Taxa de Ocupação da Área denominada de ZPE I
14/4/2004 - Portaria nº 122 - ANEXO II - Áreas Verdes
14/4/2004 - Portaria nº 122 - ANEXO III - Pequenas Obras e Serviços de Manutenção dos Telhados
14/4/2004 - Portaria nº 122 - ANEXO IV - Instalações de Piscinas, Toldos e Sistemas de Aquecimento com Captação de Energia Solar
13/4/2004 - Portaria nº 122 - ANEXO V - Abertura e Fechamento de Vãos em Fachadas e Construções Provisórias
13/4/2004 - Portaria nº 122 - ANEXO VI - Apresentação de Anteprojetos e Projetos Arquitetônicos para Análise e Aprovação do IPHAN
1/4/2004 - A Olaria Portuguesa através dos Tempos
4/3/2004 - O Retábulo da Serra Negra e suas Imagens - Introdução / O Retábulo / As Imagens
4/3/2004 - O Retábulo da Serra Negra e suas Imagens - da Reconstituição à Conclusão
4/3/2004 - O Retábulo da Serra Negra e suas Imagens - Descrição da Imagem
4/3/2004 - O Retábulo da Serra Negra e suas Imagens - Descrição da Fazenda
3/3/2004 - O Retábulo da Serra Negra e suas Imagens - Referências
1/3/2004 - Diretor do DEMU fala sobre Sistema Nacional e Lei Orgânica para 2005
1/3/2004 - Preparação da Agenda para o Dia Internacional de Museus
19/1/2004 - Museu da Inconfidência - Nova Filosofia de Resgate Urbano
19/1/2004 - Belém do Pará – Museu a céu aberto
13/1/2004 - Centro Histórico de Santos brilha como cenário de `Um Só Coração`
1/12/2003 - Uma Nova Ótica para o Museu da República
1/12/2003 - A Minas Setecentista revisitada no Museu de Arte Sacra de Mariana
3/10/2003 - Museu da Inconfidência - A Construção de um Ideal
3/10/2003 - O Herbário do Museu Nacional - Novos Rumos
14/9/2003 - Museu Regional revela arte e comércio em São João del Rei
5/9/2003 - São Paulo - A Vez do Centro
19/8/2003 - Museu Nacional - Uma Luz no Longínquo Fim do Túnel ?
14/8/2003 - Decreto 4.805 - ANEXO III
14/8/2003 - Decreto 4.805 - ANEXO II-B
14/8/2003 - Decreto 4.805 - ANEXO II-A
14/8/2003 - Decreto 4.805 - ANEXO I
14/8/2003 - Decreto 4.805, de 12 de agosto de 2003
11/8/2003 - PNM - Relatório Parcial de Atividades
3/8/2003 - O ateliê de restauração de Marylka Mendes
13/7/2003 - O Apagar das Luzes de um Símbolo
16/6/2003 - BIENAL DE VENEZA 2003
15/6/2003 - PNM 05 - Expediente - Governo Federal / Profissionais / Museus / Órgãos
15/6/2003 - PNM 04E - Prog. de Formação e Capacitação - Bibliografia
15/6/2003 - PNM 04D - Prog. de Formação e Capacitação - Fluxogramas / Potencialidades / Considerações
15/6/2003 - PNM 04C - Prog. de Formação e Capacitação - Propostas Específicas (Estratégias)
15/6/2003 - PNM 04B - Prog. de Formação e Capacitação - Considerações / Princípios / Consulta
15/6/2003 - PNM 04A - Prog. de Formação e Capacitação - Apresentação / Introdução
15/6/2003 - Especial - Política Nacional de Museus - Índice
15/6/2003 - PNM 03 - Bases para a Política Nacional de Museus
15/6/2003 - PNM 02 - Palavra do Secretário do Patrimônio, Museus e Artes Plásticas
15/6/2003 - PNM 01 - Palavra do Ministro da Cultura
25/5/2003 - ESPECIAL - POLÍTICA NACIONAL DE MUSEUS
26/4/2003 - Manifesto contra a destruição do patrimônio histórico do Iraque
3/4/2003 - SANTOS REINAUGURA EDIFÍCIO DA ALFÂNDEGA
2/4/2003 - CULTURA NO GOVERNO LULA: UMA VISÃO ESTRATÉGICA DO MinC
20/3/2003 - Museu de Valores, Recife, Pernambuco
20/2/2003 - São Sebastião Mártir
20/12/2002 - A COMUNICAÇÃO EMPRESARIAL ATRAVÉS DE CENTROS DE MEMÓRIA
 
     
     
voltar ao topoVoltar ao Topo
Revista Museu Site desenvolvido por Clube de Ideias
Copyright © 2001-2009

Conheça nossa política de privacidade.